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se.

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Se você acordar atrasado, levante-se rápido e culpe o despertador, irá passar. Se você acordar com dor nas costas, movimente-se , irá passar. Se você acordar preocupado, tome um banho muito gelado, irá passar. Se você acordar com dor de cabeça, durma novamente, irá passar. Se você acordar com a perna dormente, espere deitado, irá passar. Se você acordar com sede, beba água, irá passar. Se você acordar triste, não ligue a televisão, irá passar. Mas.. Se você acordar disposto, desligue o ventilador e vá fazer alguma coisa logo, para não passar. Se você acordar feliz, faça o que você quiser, para não passar. Se você acordar com sono, nem se levante da cama, para não passar. Se você acordar relaxado, não use roupas pretas, para não passar. Não sei se irá passar, mas... Se você acordar, agradeça, um dia irá passar. -Isabelle Cristhinne . . . Passado bandido do chapéu. Quando li novamente, tomei até um certo susto e me perguntei: eu que escrevi isso? Foi. beijo torto!

coisas intrigantes no céu e do céu.

Quando era criança, não achava que as nuvens eram feitas de algodão. Eu gostava das nuvens , mas não passava pela minha cabeça que elas eram feitas de algodão. Até parece, mas nuvem é nuvem; algodão é algodão. Nuvem não nasce em árvore e algodão não cai do céu. Usando a minha aula de filosofia : essa comparação é utilizada para tentar explicar algo aparentemente inexplicável . Se foi, eu não sei; não sabia nem que existia filosofia quando era pequena. E, também, não estou chamando meus pais, meus avós, meus tios e os professores do colégio de mentirosos. Eles não estavam fazendo isso por mal, apenas estavam tentando diminuir nossa lista de dúvidas. O céu me era mais intrigante do que as nuvens. Não me diziam de que era feito o céu, me informavam e eu via de que cor era o céu. Me questionava porque o céu era tão azul. No final da tarde, ele tem uma pinceladas amarelas, vermelhas, roxas, mas, mesmo assim, continua muito azul. Azul claro durante o dia, azul escuro durante a noite e azul a...

só mais uma pitade de muro

Lendo uma entrevista da Lya Luft , feita por César Munhoz , achei uma citação que me lembrou o texto 'muros, barreiras e telas': "No avião, reli uma biografia da Anna Freud, uma das filhas do Freud, que o acompanhou em seus últimos anos de vida e se tornou analista. Ele permitiu que ela lesse o primeiro livro dele quando tinha por volta de 17 anos. E disse-lhe, naquela ocasião: “Quando você vir a fachada de uma casa, com jardim e tudo mais, saiba que, por mais bonita que ela seja, por trás não é bem assim. Com os seres humanos é a mesma coisa.” Muros, além de esconder a porta de entrada de uma casa, esconde as pessoas que lá moram. Muros, para quem entendeu a metáfora, podem ser invisíveis. É o tal de 'muro da alma' (alguém, não lembro, me disse isso) Nunca pensei que muros fossem me render tantas palavras. beijo torto! até mais tarde!

muros, barreiras e telas

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Passar várias vezes pelo mesmo lugar, me fez deixar de apenas ver e começar a olhar as coisas. Agora, especificamente, os muros. Eles deixaram de parecer um ventilador colorido que minha visão lateral via sem prestar atenção. Muro é uma barreira; uma separação entre dois lugares; nos tempos de hoje, acredito que a definição que mais se encaixa é: é algo que protege e dificulta, mas não impede, um lugar de invasores. Pelo menos, aqui na minha cidade, já está em extinção aqueles murinhos baixos, coloridos, decorados com plantas, pelo qual é possível ver a entrada da casa e aquele casal de velhinhos sentados no fim da tarde sorrindo para quem passar. Isso não é a visão do paraíso. É, digamos, uma forma mais humana de se relacionar com as pessoas. As casas, hoje, parecem prisões. Os muros monstruosamente grandes escondem uma enorme quantidade de grades e cadeados que zelam pela não invasão de portas de madeira .Muros altos, grades, cadeados, guaritas blindadas, cercas elétricas, placas ind...

um mero conceito meu.

É um questão norteadora na primeira aula. O que é arte? O professor fez tal pergunta para nós, iniciantes alunos de comunicação. O objetivo era dar início a aula e fazer com que aquela turma iniciante e com medo de de se mexer na sala fizesse alguma coisa que mostrasse algum sinal de vida. Um pedaço de papel, uma caneta, a pergunta e sua opinião do que é arte era o necessário para aquela aula fluir. Na primeira aula, todos são um exemplo de comportamento, de retidão, de educação. O estojo novo é aberto, tira-se a caneta nova e começa a escrever cuidadosamente na primeira pergunta daquela cadeira do primeiro semestre. Bem não é meu caso, já que meu estojo, nem a minha caneta são novos. Se esse entusiasmo e cuidado durasse o curso todo, não teria tanta gente reclamando e copiando o caderno dos outros. Não me recordo detalhadamente da minha resposta; quando li para a sala toda ouvir, sem me tremer, ela não seguiu o caminho que as outras respostas tinham seguido. Não que estivesse errada; ...

voltando do náufrago

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Voltando após o recesso literário e preguiçoso desse torto. Foram cinco dias de organização mental e textual, mas já estou aqui denovo, diariamente, tirando o chapéu para as minhas maluquices sairem. Bem, sempre achei a coisa mais legal receber um selo de um outro blog. Chapéu, por mais metido que ele seja, nunca tinha recebido um. Fomos, eu e o Chapéu, pegos de surpresa, hoje! A Lili ( http://vidaloucavidaaa.blogspot.com/ ) deu-me de presente esse. Obrigada, Li! Ter um quebra-cabeça online é muito divertido. . - Regras: Já teve curiosidade de ver sua caricatura? 1- Exiba a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro” Que você acabou de ganhar! 2- Poste o link do blog que te indicou. 3- Indique 10 blogs de sua preferência. 4- Avise seus indicados. 5- Publique as regras. 6- Confira se os blogs indicados repassaram o selo e as regras. 7- Envie sua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação. Caso os blogs tenham repas...

confissão de uma confissão

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Devia ter meus doze anos. O catecismo já estava chegando ao fim. Faltava alguns ensaios, no meu caso que cantei na missa da comunhão (pelo fato de eu ter cantado, não significa que minha voz é suficiente agradável; nesse dia, as pessoas estavam emocionadas, vendo seus filhos, netos, sobrinhos, vizinhos sendo abençoados, vencendo uma fase religiosa da vida; então, o que nós fizessemos seria fofo e exageradamente lindo, mesmo não sendo). Já sabíamos folhear a bíblia; já tinhamos aprendido tudo que é de oração; mas faltava a coisa que menos esperava, a confissão. Teria que enfrentá-la de qualquer forma, não tinha para onde fugir, então cuidei de imaginar aquela situação. No meu juízo, eu ia chegar na igreja e, quando chegasse a minha vez, iria para aquelas caixinhas de madeira na qual fica o padre de um lado, um barreira furadinha no meio e a pecadora do outro. Se fosse assim, menos mal. No entanto, nem tudo é como a gente pensa. O dia chegou. Uns vinte pecadores mirins estavam espalhados...