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Leonardo, os gibis e as etiquetas.

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Parte I Leonardo acordou quando a noite já estava chegando. Da janela do seu quarto viu as últimas pinceladas amarelas no céu e decidiu se levantar daquela cama. Segunda era o único dia da semana que Leo podia fazer o que quiser, desde acordar tarde a não sair do quarto. Na semana, Leonardo tinha que ir ajudar o seu Pai a vender pipoca, sucos, algodão doce e chocolate quente, na praça e na calçada do cinema. Ele e o Pai acordavam cedo e saiam para comprar o que iriam precisar. Iam andando até a Rua das Vendas. Era uma caminho longo, mas iam conversando e seu pai sempre contava algumas histórias. Na volta para casa, com algumas sacolas nas mãos, seu pai contava o final das histórias. Leo gostava tanto das invenções de seu pai que nem sentia o peso das compras. A Mãe preparava o chocolate e os sucos; Leo ficava colocando pedaços de algodão doce em saquinhos e o Pai limpava o carrinho, as garrafas e a panela das pipocas. Mas era segunda e Leo não queria saber de algodão doce. Ele sentia...

frutas, sabonetes e depilação

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. . Estava no supermercado comprando coisas para o final o semana. Sempre começo pelas frutas, cereais e coisas ditas saudáveis. Passo pelos chocolates, bolachas e e coisas que dizem que engordam, fazem mal, entopem as veias - tenho dezoito e estou vivinha . Mas tem uma coisa nos supermercados que me prendem mais do que peixe e chocolate. Não que eu goste incrivelmente de peixe. Gosto mesmo é de ir ver os peixes crus. Eu sei que eles estão mortos, coitados, mas é legal ver as escamas, os olhos ainda brilhando. Na verdade, uma aula pessoal de anatomia. Mas, Peixinhos, saibam que prefiro o cheiro de vocês vivos! Saindo da minha declaração de amor aos peixes. Em relação aos chocolates, é raro não ter nem que seja uma barrinha de milímetros no carrinho. Isso é herança do meu pai. O ser humano é alucinado saudavelmente por chocolate e passou isso pra mim! Durante o período de vida do chocolate lá em casa, sou acusada de devoradora incontrolável de coisas doces. Tá bom. Saindo da minha c...