09/12/2008

vou deixar meu coração gritar
vou abrir a prisão da minha aparência
e vou falar tudo
deixar estampado pra quem quiser passar
o que não mais se prende
o que não mais encontra lugar para se guardar.
será tudo dito
e aos poucos, vou virando um nada
sendo um nada
então, recomeço
09/12/2008

na época, a folha era branca,
a poesia falava.
hoje, a folha é amarela
o caderno é velho
são outros tempos
e a poesia continua falando.

Comentários

Lua S. disse…
gostei do seu poema, da forma simples que você diz que vai ser você... e assim deixar tudo acontecer.


bjs e boa semana
Anônimo disse…
O que te acorrenta esta preso em você
. disse…
a poesia nunca para. a vida é poética, basta saber ver isso, e, o mais interessante, é como ela começa nova, fica velha, acaba e, de alguma maneira, começamos de novo.

gostei ;)
A palavra é sempre fruto da palavra. e quando não a temos, a inventamos...

Saudades tortas desse chapéu que me endireita. Xeru n'alma.
Mariana Amorim disse…
Lindo seu poema!!!
Amei saudades daqui
beijos

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