no meu querer de hoje, o último versinho bobo

Se meu lado sizudo amolecer
Se meu olhar 'descegar' do provavél que vê
Se minha fala se abrir pros ouvidos do mundo
Se meu olfato se livrar do imundo
Se meu coração perder o ritmo
Se o descompasso descontínuo me atingir
Se eu fechar os olhos e me permitir
Eu mudarei
O eu de agora
O eu de hoje
O eu de amanhã
O eu do nada
Nada
Não existe ninguém aqui

Comentários

comecei a ler um livro legal: "O Profeta" de Khalil Gibran.

tudo a ver.


=D
marcos
Thaís A. disse…
Eu sempre tenho aqueles montementos de: 'Não, hoje eu VOU mudar!' Até que as vezes dá certo, hihi :B

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