Um livro, pequeno, de capa velha, perguntou-me hoje: -O que é amor? -Como? -É o amor, menina! Diz logo, daqui a pouco serei alugado. -É...não sei. -Não sabe? Lógico que sabe, está viva até hoje. -É...o amor é...é um nada. -Um nada? -Não se sabe como ele aparece, nem como vai embora. -Mas achas que é apenas um nada? -Também. Seu Livro, ele pode ser o que eu quiser que ele seja. Hoje, ele é um nada. -Só um nada? -Insistente o senhor, não é? Admito, então. É um nada...um nada essencial. Na verdade, o livro não me perguntou nada. Eu que, sem intenção alguma, o vi encostado em uma das inúmeras prateleiras da biblioteca. E, com letras pequenas, estava escrito na capa: o que é o amor?. Esqueci tão rapidamente da pergunta da mesma forma como o encontrei. Só, agora conversando o torto, lembrei-me do inesperado. Mama, minha amiga, parabéns, feliz aniversário, muitos anos de vida, muitas notas boas, muitos filhos, muito sucesso, muita paz, muito amor, muita felicidade...esqueci algo? Resumindo: t...
Comentários
hehe quando eu acordar te conto minha conclusão, se bem que não se pode afirmar que insetos morrem de morte naturais afinal nunca vi um legista que se dedicasse a tal fato hehe
bjxxx
sz'
beijinhos
heheheh...
tu e tuas loucuras de insetos,não é mais fácil esquecer eles com alguma coisa mais importante?!^^
brincando!
Acho que eles morriam de morte natural antes de Adão e Eva - ou antes dos primatas desenvolverem a inteligência, chame como quiser.
beigos mil