tempo vago

Aproveitando o tempo vago, já que o computador no qual iria trabalhar, não melhor, estagiar, mais sinceramente, ajudar minha mãe com o monte de papel que precisa ganhar o certificado de existência e organização. O documento não precisa só existir; precisa ser organizado num sistema operacional automático que os organiza por data e cedente. O fato de o sistema ser automático é uma boa, já que, mesmo se eu digitar tudo fora de ordem, começando do meio, indo pro final e só depois ir lá no começo, o resultado do trabalho será o mesmo que se tivesse seguido canonicamente a ordem que me entregam os bolos de papel. Minha mãe vai ler isso e vai me achar uma exagerada; meu pai deve dizer para eu deixar de preguiça e ir trabalhar, já está na hora de ter responsabilidade. Fiquem sabendo que não estou reclamando, nem pedindo férias remuneradas após menos de um duas semanas de suor (modo de falar, o ar condicionado daqui é potente); estou apenas comentando sobre o meu ambiente de trabalho, estágio, ajuda familiar ou impedimento de preguiça (até ano passado, só vinha para cá dormir no sofá, pertubar o meu pai, comer, beber água e mexer nas canetas de minha mãe). Agora, só não durmo mais no sofá, mas o resto continua igual. Tem um montanha de papel de dez centimetros ao meu lado esperando para ser lançado e a peste do progama não funciona! Ainda bem que o chapéu existe; como blog não é comum no meio de tanta matemática, o site do chapéu não foi bloqueado e posso me refugiar aqui.
Não sei se será permanente, mas, hoje, eu tenho uma mesa só para mim. Digo só para mim, pelo fato de não ter ninguém a usando comigo. Mas nada que tem em cima dela é meu. Só um livro de capa colorida que está estacionado ao lado do monitor esperando para ser folheado, apreciado, enfim terminado. Bem, haja visto que vou passar o resto da minha manhã sentada aqui, vamos ao análise da mesa. Um telefone, um computador, uma impressora, papel, papel, papel, papel, papel, papel, meu livro, um porta-lápis sem lápis, um marca texto azul, clips, papel, um lápis afogado no meio de papéis, um miniatura do cristo redentor, um adesivo da hello kitty e uma baiana miniatura apoiada numa base de madeira na qual tem gravada o nome Salvador. Não moro nem no Rio, nem em Salvador, mas isso significa que o Brasil pode ser de todos. É possível que alguém lá no Pará tenha uma jangadinha pequena representando o Ceará.
E o tempo não passa; não que eu queria terminar logo isso, é até divertido fazer; é porque quando tu quer muito, mas muito ver uma pessoa, o tempo, só de ruim, fica rastejando e as poucas horas que faltam pra ver o meu namorado parecem dias! Ele vai ler isso, mais tarde e saberá o quão fico ansiosa para vê-lo. (Chapéu sem ciúmes! Te vejo todo dia!)
O programa voltou; irei agora escalar a montanha de papel que me espera. Se sobreviver (espero muito que sim)...até outra hora.
beijo torto!

Comentários

Thiago Assis disse…
Sobre terem uma 'jangada' lá no Pará... eu no Ceará não tenho uma aqui =p mas tenho um pequeno chaveiro all star ^^
uhahuauhahuhuahuauhahuahuuha

Boa sorte aí com tanto trabalho garota =]

E essa espera pelo alguém da gente sempre é pesarosa Oo



Thiago Assis
www.thiagogaru.blogspot.com
m.milena :) disse…
e até tu ta trabalhando? que lindo =) é assim mesmo, garanta o sustento dos filhos que você ainda não tem! aieuhauh

e esse negócio de saudade é chato, principalmente do namorado. parece que o tempo pisa num chiclete muito potente e nao consegue mais sair dali, pra andar... mas uma hora o chiclete fica velho e sem força, e solta o tempo, aí ele anda bem rapidão pra dar a hora da gente ver nossos amados :)
Capreta disse…
Papel, papel, papel e papel! hahahahahaha. Preciso arranjar algo pra fazer. Peu pai acaba de me ligar reclamando que só fico de perna pro ar aqui em casa1! :s
Beijão Isabelle, estou indo ler o teu post de ontem! =*
Tiago P. disse…
Não sei como consegue assunto pra todos os dias. hehehe...

Se trabalho parece interessante...

Ah, e discordo do meu xará com H ai em cima. A espera pela pessoa da gente as vezes eh agoniante.

bjo
livinha. disse…
esses trabalhos que os pais mandam a gente fazer, apesar de dar uma baaaita de uma preguiça, são bons mesmo, pq assim a gente (eu) não passo o dia na frente da tv. hahahahaha!

adorei :*
Aline disse…
Não sei dos dois é pior: o seu emprego que tem que ficar o tempo todo sentada em frente ao computador ou o meu que não me permite ficar sentada ou se quer dentro de um mesmo ambiente por um segundo.
Me chame de louca, mas eu amo meu emprego!
Lili disse…
ahahahah adoro suas postagens, vc escreve muuito bem! =)
Mas, olha, quando vou ao escritório da minha mãe, tudo o que tem lá é um monte de papel...rs...mas não entendo absolutamente nada do que tá escrito, já que é tudo contabilidade e a minha área é a enfermagem mesmo =)

beijokinhas e animo...rs vai até achar diversão no seu emprego/estágio.!

mais beijos
.moony. disse…
oie ^^
espero sinceramente q em abril eu tb possa ter uma mesa e ar-condicionado pra trabalhar xD~
e, sim, qnd a gente tá esperando alguém o tempo se arrasta como se estivesse agonizando o.O
teh +
o/*
.moony.
Thaís A :) disse…
Ah, deve ser muito bom quando a gente 'ganha' uma mesa só nossa, espero que a sua não seja temporária, HAHA

Beijão :*
Thayná disse…
Que bom que tu tem algo a fazer, ao contrário de mim!
Você vai sobreviver, sim!E quando terminar todos esses papéis posta mais.
Beijo
Nathália Monte disse…
oii adoreii a postagem!! ta trabalhando eh?! q ótemoo
eu fui reprovada numa seleção hj..eu supero!!

bem voltareii mas veze..Beijo =)

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