Na situação ambiental de hoje, a rotina 'usa, recicla e aproveita' será bem comum. Já deveria ser, afinal está mais do que provado e divulgado que o desperdício, o uso excessivo e o não aproveitamento do que quer que seja têm causado danos no planeta no qual vivemos.
Copiando a matéria de história nos meus papéis recicláveis, pensei: uma festa de casamento que não parece com uma festa de casamento normal, como seria? (preferi um casamento, pelo fato de nunca ter casado. Por isso precisei usar mais ainda minha criatividade).



  1. Os convites seriam feitos com papel reciclado e escrito com tinta natural, de preferência, de cacau.

  2. No buquê, invés de flores, teriam uvas. Portanto, não precisaria jogá-lo, já que cada mulher receberá uma uva. Fazendo isso, evitaria uma guerra sem noção feminina. Se o buquê traz mesmo casamento, então fica decidido que: quem comer a uva, irá casar.)

  3. A festa seria em algum hotel na praia. Sendo assim, menos CO2 , vindo da queima de combustíveis fósseis) seria lançado na atmosfera, já que a maioria dos convidados optaria por ficar por lá.

  4. Começaria às 4 horas, ao ar livre.

  5. Após a cerimônia teria uma grande partida de futebol: mulheres x homens.

  6. Após o jogo, o mar estaria liberado (não que não estivesse antes).

  7. No frio da magrugada, acenderiam uma fogueira, bem rapidinho, por que com a combustão liberaria Co2. Depois de todos esquentados, a fogueira seria apagada e cada um pegaria o seu casaco.

  8. Os convidados chegariam descalços, lá receberiam sandálias artesanais, feitas com palha trançada (ao fazer isso, estaria valorizando e ajudando quem vive do artesanato.)

  9. O traje da festa: evite roupas pesadas, desconfortáveis e chamativas. Leve um casaco, a noite costuma ser fria. As mulheres, por favor, não precisam ir para o salão. Basta ir de cabelo solto. Costuma ter muito vento também.

  10. O vestido seria feito com matérial orgânico, como o algodão. A roupa do noivo, também.

  11. Quem tiver filhos, poderá levá-los. Meu cachorro será manso e vai adorar crianças. Portanto, elas poderão brincar com ele.

  12. O bolo...eu esqueceria de fazer o bolo. Então ligaria para alguém trazer um bolo grande, todo de chocolate. Nesse caso, não teria como exigir total naturalidade dos ingredientes.
  13. Quando a festa acabar, as flores da decoração seriam destribuídas, caso o comida não tenha sido toda consumida, seria doada para algum abrigo e o lixo seria separado e reciclado.

tchau torto! ainda falta muita coisa, depois continuo. Afinal, daqui que eu arranje um marido e daqui que essa festa chegue, posso pensar em muita coisa!

Comentários

Jonathan Silva disse…
Caracules....dessa vez vc se superou!!!
Muito massa essa sua idéia de casamento natural,só não gostei de algumas coisinhas...tipo se fosse na praia não seria meio longe para alguns,assim teriam que gastar mais combustivel para chegar ao local?!?!
Outras coisinhas depois eu te conto,para não parecer do contra aqui no seu tortinho!:p~

E vamos lá...reciclando que chegaremos em um Planetinha melhor!

Xerim!



Ps.: te v ontem de manhã,moh carinha de sono em?!hahahaha...
bozo. disse…
tãão correta... =P
beijo maluca.
Avilla Filho disse…
É, se quisermos uma velhice confortavel e um futuro pra nossos descedentes interessante, a palavra de ordem é: crescimento sustentável, que sem dúvida tem priorização nos setores que mais poluem, as industrias, em cheque as norte-americanas e chinesas,mas com certeza, coisas pequenas como um casamento "hippie" são utilissimos, talvez não vá reduzir a emissão de gastos de maneira expressiva, mas dá alto melhor, o exemplo, nós precisamos mudar os setores cabeças, com certeza, mas temos que mostrar aos nosso filhos a importância de tudo isso, e esse casamento( pensando em fazer um parecido pra mim) junto com outras pequenas ações, certeza que a nossa senhorita torta tem muitas, vão causar todo esse impacto ideologico.
Avilla Filho disse…
gastos=gases
alto=algo
aheuaeahe

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