Modificação

Passei um dia sem colocar nada aqui. Desde o nascimento do chapéu, isso nunca aconteceu. Mas é bom ele ir logo se acostumando, porque as aulas irão começar e teria que dar atenção as minhas amigas apostilas. Li sobre diversas coisas esses dois dias. Peguei um livro de física e fui ler sobre magnetismo, ondas e máquinas simples. Hoje, li uma reportagem acerca das correções ortográficas que a língua portuguesa sofrerá. O assunto ainda não está claro, ainda são inúmeras as dúvidas e muita gente não sabe ainda que trema não será mais usado, somente em palavras derivados de nomes próprios (Ex: müller, e derivados desse nome), e nem que a letra maiúscula no inicial de alguns nomes será facultativa. Se alguém estiver interessado, coloco aqui algumas das correções.
Encontrei, sem querer, um livrinho sobre as origens da imprensa brasileira. Com 200 anos completados recentemente, o livre acesso ao conhecimento que hoje nós temos nos permite ter opiniões sobre os mais diversos assuntos. A censura régia, que vigorava no Brasil na época da colonização, faz parte da história do nosso país. O controle sobre o que era publicado, não impedia a circulação de periódicos que criticavam a coroa portuguesa. O Correio Braziliense, fundado em 1808, após estudos, foi considerado o melhor informante entre eles, circulava pelo território na clandestinidade. Parou de ser publicado quando o Brasil se livrou de Portugual, em 1822.
Não quero ser tão técnica em relação a isso, mas não resisti e coloquei aqui um pouco do que eu li sobre. E como minha específica é história, aproveito para me aprofundar no assunto.
E não é a primeira vez que a língua portuguesa sofre alterações. Olha só esse anúncio de 1808: "Quem quizer comprar huma morada de cazas de sobrado com frente para Santa Rita falle com Anna Joaquina da Silva, que mora nas mesmas cazaz, ou com o Capitão Francisco Pereira de Mesquita que tem ordem para as vender." Rio de Janeiro, na Impressão Régia. Perceberam as mudanças?
Aprendi na aula de história que quando a sociedade muda, tudo em volta mudará. Hoje, com a internet, a liberdade de expressão, a facilidade em se comunicar com alguém, torna inevitável a mudança do nosso idioma. Nesse caso, na simplificação dele. Não acredito que com essas alterações, os regionalismos, a nossa identidade cultural, seja alterada bruscamente.
E a seleção natural de Darwin já dizia que, quem não se adapta, morrerá.

Comentários

Katia Borges disse…
eita eita.. gostei viu.
aaah.. eu sabia da mudança do trema ;P
ehueuuehuehue


/dinha
bozo. disse…
estudando né amiga.
^^
muitoo bem bel. e eu tb ja sabia do trema =P
heauhaeuea
;*
Mayara Cristine disse…
também sabia :)
e a cada dia que passa tenho mais medo, pq uma das minhas especificas tb é historia e eu nao sei nada :x alias, nossas especificas so iguais ne, arquiteta? :D vamos montar uma construtora! \o/
Jonathan Silva disse…
Meu Deusio...eu pensei que estivesse entrado em outro site por um milésimo de segundo heheheheh,falando sério,semestre passado da faculdade realizei um trabalho justamente sobre isso....surgimento de algumas mídias e argumentamos bastante sobre esse assuntinho ótimo de se ver hahahahahah!!!
Bel tb é cultura meu povo,tá pensando o que,existem mulheres lindas e inteligentes,a Belzinha é justamente a prova viva!!!



Evolução da despedida!


Vamos em boa hora...
Vamos embora...
Vambora...
vambo...
Bó!

Imagina daqui algum tempinho é só aquele sinalzinho... De Bye!Ou um assovio, qualquer coisa eu t ensino a assoviar!
XEruuuuUuUUuuUuuu!
Avilla Filho disse…
Eu defendo a modificação da lingua portuguesa por ela trazer vantagens e aproximações comercias entre os países de lingua lusitana, mas ela deve ser branda, modificações mais bruscas podem descaracterizar a lingua e deixar ela confusa, imagine se todo mundo pudesse escrever como quisesse? O que ia haver de ambiguidades e incompreenssões em registros importantes? E nos tribunais? E mesmo na vida contidiana, poderiam haver pessoas que não entenderiam o que o outro quis dizer, infelizmente, as regras são obrigatórias, modificadas ou não.

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