
"Fechar os olhos fugir do perigo. Matar bandido, prender ladrão.." Lisbela e o Prisioneiro
Bem, sem precisar de muita interpretação, acredito que ao ler esse trecho muita gente acha isso difícil. É triste observar o movimento nas ruas de nossa cidade. Tenho andado mais atenta a isso há alguns dias. E quase sem surpresa alguma, tive a impressionante sensação de que as pessoas estão convivendo mais com placas de sinalização, carros e celulares do que com elas mesmas.
Rosto assustados, com pressa para não perder o ônibus é comum. Estranho seria se não fosse assim. Como é solitário ver corpos abraçados com bolsas, papéis, revelando-nos o medo de andar livremente. Fico feliz quando presencio um ato de gentileza, um tímido sorriso arrancado da boca com facilidade, desejando um bom dia a alguém que passa. Em muitas caminhadas apressadas, até os animais passam despercebidos, e estão sujeitos à ignorância daqueles que os tratam como um obstáculo no caminho.
Os muros tornaram-se enormes barreiras. Piscar a luz do carro para o vizinho, hoje, é uma saudação. Não que eu a desconsidere, embora não possa negar a impassibilidade dessa ação. A tradicional conversa na calçada está sendo trocada por reuniões diante de uma televisão. Reuniões em que os participantes deixam de ser os personagens e passam a ser apenas o público de uma conversa fictícia.
Bem, sem precisar de muita interpretação, acredito que ao ler esse trecho muita gente acha isso difícil. É triste observar o movimento nas ruas de nossa cidade. Tenho andado mais atenta a isso há alguns dias. E quase sem surpresa alguma, tive a impressionante sensação de que as pessoas estão convivendo mais com placas de sinalização, carros e celulares do que com elas mesmas.
Rosto assustados, com pressa para não perder o ônibus é comum. Estranho seria se não fosse assim. Como é solitário ver corpos abraçados com bolsas, papéis, revelando-nos o medo de andar livremente. Fico feliz quando presencio um ato de gentileza, um tímido sorriso arrancado da boca com facilidade, desejando um bom dia a alguém que passa. Em muitas caminhadas apressadas, até os animais passam despercebidos, e estão sujeitos à ignorância daqueles que os tratam como um obstáculo no caminho.
Os muros tornaram-se enormes barreiras. Piscar a luz do carro para o vizinho, hoje, é uma saudação. Não que eu a desconsidere, embora não possa negar a impassibilidade dessa ação. A tradicional conversa na calçada está sendo trocada por reuniões diante de uma televisão. Reuniões em que os participantes deixam de ser os personagens e passam a ser apenas o público de uma conversa fictícia.
Comentários
Tipo,muita gente está achando que ir para os forros da vida e beber a noite toda é viver,mal sabem que ficar na recepção conversando com amigos é mil vzs melhor!entendi !?
pois então...resta nós ajudarmos,uma boa ação pode começar de nós mesmos....
Boa Noite ou será Bom Dia!?
Provavelmente é Boa Tarde,pq a senhorita só entra a tarde né...
Xerim!
te amo beeel!
Menina, quanta coisa tu postou de uns tempos pra cá!
Mas gostei, fiquei um tempão entrertida lendo.
Hilária a história da mulher e a versão do homem. Agora o que adorei mesmo foi esse ultimo post, e o que é pior é que me identifiquei muito com o que disse...
Espero sua visita no Meninas Má.Com
Bjo Bel!
. Bäd Döll .